TRILHA 1

🌱 Fundamentos

Entender antes de criar. O modelo mental do subagente, o motivo real (contexto limpo) e a comparação central — agente × subagente × skill — para você saber quando usar cada um.

Maestro o seu chat subagente subagente subagente subagente subagente … Resumo volta limpo
6
Módulos
36+
Tópicos
~3h
Duração
Básico
Nível

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

1.1 ~30 min

🎯 O que é um subagente

Um especialista que você delega. O chat é o maestro; o subagente trabalha em janela própria e devolve um relatório limpo.

O que é:

O seu chat principal é o maestro: ele entende o pedido e decide delegar. O subagente é o músico especialista que executa uma parte.

Por que aprender:

Sem essa separação de papéis você tenta fazer tudo numa conversa só e perde o controle do que está acontecendo.

Conceitos-chave:

Maestro = orquestra e decide; subagente = executa uma tarefa e reporta.

O que é:

O subagente recebe a tarefa, abre uma janela de contexto própria, trabalha e devolve só o resultado para o maestro.

Por que aprender:

É esse ciclo que mantém a sua conversa enxuta — o trabalho sujo fica na janela do subagente.

Conceitos-chave:

Janela própria = isolamento; relatório = só o essencial volta.

O que é:

Cinco subagentes diferentes podem rodar em paralelo, cada um com seu papel, devolvendo cinco resumos ao maestro.

Por que aprender:

Visualizar a frota ajuda a entender o ganho: várias frentes ao mesmo tempo, sem misturar contextos.

Conceitos-chave:

Paralelismo = N janelas independentes; cada persona = um especialista.

O que é:

O subagente não conversa com você turno a turno. Ele recebe uma tarefa, executa e some — não é um segundo chat.

Por que aprender:

Esperar diálogo do subagente é o erro mental mais comum. Saber o que ele NÃO é evita frustração.

Conceitos-chave:

Sem ida-e-volta; sem memória da sua conversa; tarefa única.

O que é:

Cada subagente fala apenas com o maestro que o chamou. Subagentes não conversam entre si.

Por que aprender:

Define o que dá e o que não dá para orquestrar — e por que a coordenação é sempre do maestro.

Conceitos-chave:

Topologia estrela; o maestro é o único ponto de junção.

O que é:

O Claude Code já vem com subagentes prontos (como o general-purpose). Você pode invocar um sem criar nada.

Por que aprender:

Experimentar antes de teorizar fixa o conceito: você vê o relatório voltar limpo na prática.

Conceitos-chave:

Built-in = pronto pra uso; delegar é pedir "abra um subagente pra…".

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1.2 ~30 min

🧹 O verdadeiro motivo: contexto limpo

O motivo número 1 não é velocidade — é proteger a janela de contexto. Tudo que você lê fica a sessão inteira; delegar mantém limpo.

O que é:

A janela de contexto é a memória de trabalho da sessão. A status line mostra quantos tokens e qual % você já usou.

Por que aprender:

Quem entende a janela entende por que delegar. É um recurso finito que você gasta a cada arquivo lido.

Conceitos-chave:

Contexto = recurso limitado; %/tokens = seu orçamento.

O que é:

Tudo que você lê na conversa principal — logs, arquivos enormes, saídas — fica lá ocupando espaço até o fim da sessão.

Por que aprender:

Contexto poluído degrada as respostas seguintes. Reconhecer a poluição é o primeiro passo pra evitá-la.

Conceitos-chave:

Leitura = custo permanente; ruído acumulado piora o foco.

O que é:

Ler 300 páginas na conversa principal versus mandar um subagente ler e te trazer só os 3 fatos que importam.

Por que aprender:

É a decisão central do curso. Internalizar a troca muda como você trabalha no dia a dia.

Conceitos-chave:

Você = contexto sujo; subagente = contexto preservado.

O que é:

O subagente faz o trabalho pesado na janela dele e devolve um resumo destilado — não a pilha bruta.

Por que aprender:

É o que entra na sua conversa. Um bom resumo é o produto do subagente; você só vê o ouro.

Conceitos-chave:

Destilação; o relatório é a interface entre as duas janelas.

O que é:

Muita gente acha que subagente é sobre ser mais rápido. O ganho principal é a preservação de contexto.

Por que aprender:

Mirar no motivo certo faz você usar subagentes nas situações certas, não só "pra ir mais rápido".

Conceitos-chave:

Contexto > velocidade; velocidade é bônus, não o objetivo.

O que é:

Uma pesquisa de produto sobre documentação enorme: o subagente lê tudo e volta com os 3 pontos decisivos.

Por que aprender:

Um número concreto fixa a ideia melhor que a teoria: centenas de páginas custariam metade da sua janela.

Conceitos-chave:

Relação de compressão; o resumo cabe onde a fonte bruta não caberia.

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1.3 ~35 min

⚖️ Agente × Subagente × Skill

A comparação central do curso. Contexto próprio vs compartilhado, paralelismo, modelo próprio e quem chama quem.

O que é:

Agente = o assistente principal; subagente = especialista delegado em janela própria; skill = instrução/capacidade carregada no contexto atual.

Por que aprender:

Confundir as três leva a usar a ferramenta errada. Uma frase clara de cada destrava tudo.

Conceitos-chave:

Três primitivas, três papéis; não são sinônimos.

O que é:

O subagente tem janela própria e isolada; a skill roda dentro do contexto compartilhado do agente atual.

Por que aprender:

É o eixo que mais diferencia: skill suja seu contexto, subagente protege.

Conceitos-chave:

Isolamento (subagente) vs in-loco (skill).

O que é:

Subagentes podem rodar vários em paralelo; uma skill executa dentro do fluxo sequencial do agente.

Por que aprender:

Quando você precisa de N frentes ao mesmo tempo, só o subagente entrega isso.

Conceitos-chave:

Paralelo = subagente; in-line = skill.

O que é:

Um subagente pode rodar num modelo diferente do maestro; uma skill usa o modelo do agente que a carregou.

Por que aprender:

É a base da economia: subagente em Haiku barato enquanto o chefe fica em Opus.

Conceitos-chave:

Modelo por agente; skill herda o modelo atual.

O que é:

Skills e agentes se chamam mutuamente, mas um agente não invoca outro agente — a coordenação volta sempre ao maestro.

Por que aprender:

Define os limites da orquestração. Tentar fazer agent chamar agent quebra o modelo.

Conceitos-chave:

skill ↔ agent OK; agent → agent NÃO.

O que é:

Uma tabela viva cruzando contexto, paralelismo, modelo e invocação para apontar a primitiva certa por cenário.

Por que aprender:

É o entregável que você vai consultar pra sempre. Memorize os eixos, não as células.

Conceitos-chave:

Decisão por eixos; a tabela é a espinha da Trilha 1.

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1.4 ~30 min

🔀 Built-in × Custom

Os subagentes prontos (Explore, Plan, general-purpose) vs os que você cria. E o truque do progressive disclosure.

O que é:

O Claude Code já traz subagentes de fábrica: Explore (busca), Plan (arquitetura), general-purpose (multiuso) e o próprio claude.

Por que aprender:

Antes de criar qualquer coisa, você já tem ferramentas poderosas. Saber quais existem evita reinventar.

Conceitos-chave:

Built-in = pronto; cobre busca, plano e tarefas gerais.

O que é:

Dar uma persona ao general-purpose num prompt não cria um subagente custom — é só uma instrução temporária.

Por que aprender:

É uma confusão comum. Custom de verdade é um arquivo persistente, reusável e que dispara sozinho.

Conceitos-chave:

Persona ad-hoc ≠ agente salvo; custom = arquivo.

O que é:

Um subagente custom é um arquivo Markdown com frontmatter + corpo. Ele vive no disco e está sempre disponível.

Por que aprender:

É a ponte pra Trilha 2. Entender que "é só um .md" desmistifica a criação.

Conceitos-chave:

.md = subagente; frontmatter (config) + corpo (cérebro).

O que é:

O Claude lê só o name e a description de cada agente até decidir usar um. O corpo completo só entra quando o agente é chamado.

Por que aprender:

Explica por que a description é tão importante e por que ter muitos agentes não pesa no contexto.

Conceitos-chave:

Revelação progressiva; só carrega o detalhe quando precisa.

O que é:

Como só name+description ficam carregados, você pode ter dezenas de agentes sem inchar o contexto.

Por que aprender:

Tira o medo de "ter agentes demais". O catálogo é leve por design.

Conceitos-chave:

Custo do catálogo ≈ só metadados; corpo sob demanda.

O que é:

O comando /agents lista os subagentes disponíveis (built-in e custom) e abre o assistente de criação.

Por que aprender:

É a porta de entrada prática. Antes de criar, veja o que já tem com um comando.

Conceitos-chave:

/agents = listar + criar; ponto de partida da T2.

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1.5 ~25 min

🤔 A pergunta que decide

"Isso vai despejar coisa que eu nunca vou reler?" Os sinais de usar, os de evitar, e a regra dos 10+ arquivos.

O que é:

Uma única pergunta resolve a maioria dos casos: "isso vai gerar uma pilha que eu nunca mais vou reler?". Se sim, delegue.

Por que aprender:

É a heurística que dispensa decorar listas. Uma frase no bolso vale por dez regras.

Conceitos-chave:

Reuso futuro do output = critério; "lixo de leitura" → subagente.

O que é:

Muitos arquivos, parede de output, tarefa repetida, jobs independentes em paralelo, ou precisar de um revisor imparcial.

Por que aprender:

Reconhecer o sinal verde rápido faz você delegar na hora certa, sem hesitar.

Conceitos-chave:

Volume, ruído, repetição, paralelismo, imparcialidade.

O que é:

Edição rápida, passos dependentes, agentes que precisariam conversar, quando você precisa da conversa inteira ou de te fazer pergunta.

Por que aprender:

Forçar subagente onde não cabe gera retrabalho. O sinal vermelho economiza tempo.

Conceitos-chave:

Rapidez, dependência, diálogo, contexto pessoal.

O que é:

Regra de bolso: 10+ arquivos para varrer ou um output que você nunca vai reler = subagente.

Por que aprender:

Um número torna a decisão objetiva quando a intuição titubeia.

Conceitos-chave:

Limiar 10 arquivos; parede de output = gatilho.

O que é:

Quando o job exige dezenas ou centenas de subagentes, você passa pra um workflow dinâmico que orquestra a frota.

Por que aprender:

Marca o limite entre "um subagente" e "uma operação em escala" — assunto aprofundado na Trilha 3.

Conceitos-chave:

Escala muda a ferramenta; cuidado com custo.

O que é:

Para uma coisa rápida, fazer direto no chat é melhor. Subagente tem custo de partida — não vale pra tudo.

Por que aprender:

Equilíbrio: a ferramenta certa pra cada tamanho de tarefa, sem dogma.

Conceitos-chave:

Overhead de partida; tarefa pequena fica no chat.

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1.6 ~30 min

🧬 Anatomia de um subagente

O arquivo .md por dentro: frontmatter (a config) + corpo (o cérebro). Panorama agora, aprofundado na Trilha 2.

O que é:

Não existe nada mágico: o subagente é literalmente um arquivo Markdown, com a mesma forma de uma skill.md.

Por que aprender:

Desmistifica de vez. Se você sabe editar texto, sabe criar um subagente.

Conceitos-chave:

Arquivo = agente; texto simples, versionável.

O que é:

O topo entre --- é o frontmatter (configuração em YAML); o resto é o corpo, o cérebro com as instruções.

Por que aprender:

Ver as duas zonas é o mapa mental de toda a Trilha 2. Cada uma tem um papel distinto.

Conceitos-chave:

Frontmatter = como o agente é selecionado; corpo = como ele age.

O que é:

Os campos essenciais do frontmatter: name, description, tools e model.

Por que aprender:

Com esses quatro você já cria um subagente funcional. O resto é refinamento.

Conceitos-chave:

name (id), description (gatilho), tools (permissão), model (custo).

O que é:

Um bom corpo define o papel ("você é um…"), os passos numerados, o formato de saída e o que NÃO fazer.

Por que aprender:

Essa estrutura é o que separa um agente confiável de um genérico. É o esqueleto da Trilha 2.

Conceitos-chave:

Papel → passos → saída → restrições.

O que é:

O arquivo fica em .claude/agents/ (no projeto) ou ~/.claude/agents/ (global) — assunto da Trilha 2.

Por que aprender:

Saber onde mora é o que conecta "criar o .md" com "o Claude encontrar e usar".

Conceitos-chave:

Pasta determina escopo; projeto vs global.

O que é:

Além dos 4 campos-chave existem campos avançados (color, memory, disallowed-tools, MCP) documentados oficialmente.

Por que aprender:

Você não precisa decorar tudo: precisa saber que a referência completa existe e onde achá-la.

Conceitos-chave:

4 campos pra começar; doc oficial pro resto.

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